IA já está em 1 a cada 4 instituições privadas de saúde: onde ela está sendo usada?
Inteligência artificial já chega a 1 em cada 4 instituições privadas de saúde no Brasil. Descubra as aplicações reais e como o Greenbook ajuda o médico.

IA já está em 1 a cada 4 instituições privadas de saúde: onde ela está sendo usada?
A inteligência artificial deixou de ser promessa distante e virou rotina em uma parcela relevante do sistema de saúde brasileiro. Segundo a pesquisa TIC Saúde 2025, divulgada em maio de 2026, 18% dos estabelecimentos de saúde do país já usam IA de alguma forma. Quando se olha só para a rede privada, o número sobe para 25% — ou seja, uma em cada quatro instituições. Na rede pública, o uso está em 11%.
O dado vem da 12ª edição do levantamento, conduzido pelo Cetic.br (ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil), que ouviu 3.270 gestores de estabelecimentos de saúde. É a fotografia mais confiável que temos hoje sobre o quanto a IA já entrou no dia a dia da assistência no Brasil.
Um recado antes dos números: estabelecimentos não são médicos
Vale começar por um cuidado importante de leitura. A pesquisa mede o percentual de estabelecimentos que adotaram IA — não o percentual de médicos que usam a tecnologia na prática clínica. Uma clínica pode aparecer como "usuária de IA" por conta de um sistema de gestão ou de segurança digital, sem que os médicos daquele local usem IA na decisão à beira do leito. São coisas diferentes, e confundi-las infla a percepção de adoção clínica. O que o número mostra, com solidez, é que a infraestrutura de IA já é realidade institucional em boa parte do setor — sobretudo no privado.
Onde a IA está sendo usada, na prática
A pesquisa detalha as aplicações mais comuns. E aqui aparece um ponto interessante: a maior parte do uso ainda está longe da ponta clínica. As aplicações mais frequentes, por percentual de estabelecimentos, são:
- Organização de processos clínicos e administrativos — 45%
- Segurança digital — 36%
- Eficiência dos tratamentos — 32%
- Logística — 31%
- Gestão de recursos humanos e recrutamento — 27%
- Apoio aos diagnósticos — 26%
- Apoio à dosagem de medicamentos — 14%
A leitura é clara: a IA entrou primeiro pela operação — organizar, proteger, dar eficiência — e só depois começa a se aproximar do raciocínio clínico. Diagnóstico (26%) e dosagem de medicamentos (14%) ainda são as fronteiras menos exploradas. É justamente aí, no apoio à decisão do médico, que está o maior espaço de crescimento — e o maior impacto potencial sobre o cuidado.
O que ainda trava a adoção
Se a IA já chegou, por que não chegou mais longe? A pesquisa também mapeia os obstáculos. Entre hospitais com mais de 50 leitos, os gestores apontam:
- Custos elevados — 63%
- Falta de priorização institucional — 56%
- Limitações de dados e de capacitação da equipe — 51%
Chama atenção que dois dos três maiores entraves não são tecnológicos: são de decisão e de gente. Priorizar a IA na estratégia da instituição e capacitar as equipes pesam tanto quanto o custo. Isso significa que o avanço não depende só de comprar tecnologia, mas de escolher usá-la bem — com profissionais preparados e diretrizes claras de uso seguro e responsável.
O Greenbook em cada uma dessas frentes
Um ponto que a pesquisa deixa evidente é a fragmentação: cada estabelecimento usa IA para uma coisa — um resolve gestão, outro resolve segurança, poucos chegam à decisão clínica. O Greenbook foi projetado justamente para o contrário disso. Ele funciona como um sistema operacional clínico do médico especialista, cobrindo as mesmas frentes que a pesquisa mediu, mas de forma integrada, num só lugar. Veja como ele se posiciona em cada aplicação do levantamento:
Organização de processos clínicos e administrativos (a frente mais comum — 45%)
É onde o Greenbook mais entrega amplitude. Prontuário eletrônico com notas clínicas estruturadas, geração instantânea de atestados, pedidos de exame e encaminhamentos, além de um CRM que organiza os pacientes em funis de atendimento (retornos, pós-operatório, procedimentos). A parte administrativa deixa de ser trabalho paralelo e passa a nascer do próprio atendimento.
Segurança digital e conformidade (36%)
O prontuário do Greenbook segue o padrão de registro eletrônico em saúde (S-RES), com diferenciação entre notas assinadas (imutáveis) e rascunhos, em conformidade com a legislação brasileira de digitalização de prontuários. Some-se a isso a vigilância normativa, que correlaciona pareceres do CFM e resoluções da Anvisa para manter conduta e comunicação dentro das normas éticas vigentes.
Eficiência dos tratamentos (32%)
Aqui entram duas camadas. A inteligência de dados em grafo de conhecimento (GraphRAG), que dá acesso a mais de 22 mil documentos — PCDTs, diretrizes da OMS, resoluções de CFM e Anvisa — e conecta princípios ativos, doenças e contraindicações que não estão no mesmo parágrafo, mas se ligam logicamente. E o monitoramento laboratorial longitudinal, que transforma exames isolados em gráficos de tendência para acompanhar a eficácia de tratamentos crônicos ao longo do tempo.
Logística (31%)
O Greenbook automatiza a triagem e a pré-anamnese via WhatsApp, qualificando o paciente antes da consulta, e controla o inventário de insumos e injetáveis para protocolos de infusão — o médico sabe o que tem em estoque antes de prescrever.
Apoio ao diagnóstico (a fronteira menos ocupada — 26%)
É onde está a maior oportunidade da pesquisa, e o core do Greenbook. O grafo de conhecimento permite rastrear qual é o protocolo oficial para uma condição específica, com critérios de inclusão e exclusão e esquemas de primeira linha — apoio à decisão baseado em evidência, não em busca textual genérica. A interpretação de laudos anexados (PDF ou imagem) ainda extrai dados clínicos e os correlaciona com o histórico do paciente.
Apoio à dosagem de medicamentos (a menor de todas — 14%)
A prescrição inteligente do Greenbook cobre medicamentos industriais e fórmulas manipuladas, validando automaticamente interações e contraindicações no momento em que a receita é criada. Exatamente a frente que menos estabelecimentos alcançaram — e uma das que mais protege o paciente.
A pesquisa mostra um setor que adota IA aos pedaços. A proposta do Greenbook é fechar o ciclo: da dúvida clínica à prescrição, do acompanhamento do desfecho à gestão do consultório — uma só plataforma cobrindo o que hoje exige várias.
Por que isso importa para quem pratica medicina
O número de 25% na rede privada é um marco. Ele mostra que a pergunta deixou de ser "a IA vai entrar na saúde?" e passou a ser "como o médico vai usar a IA a seu favor?". A tecnologia já está no ambiente — a diferença competitiva, daqui pra frente, está em quem a usa com critério dentro do raciocínio clínico.
Greenbook. Inteligência artificial a favor da decisão clínica.
GREENBOOK REVELA. O MÉDICO DECIDE.
Fonte: pesquisa TIC Saúde 2025 (Cetic.br / CGI.br), divulgada pela Agência Brasil em 12 de maio de 2026.


