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Bem vindo à casa da IA #1 do mundo em consulta clínica.

Do chat clínico à gestão completa do consultório, cada produto carrega a mesma inteligência premiada no benchmark mais rigoroso já publicado para IA médica.

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Para Estudantes e Faculdades

Estude, revise e simule casos clínicos com a mesma IA que é #1 mundial em consulta clínica.

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Você lembra por que escolheu medicina?

Não foi para digitar enquanto o paciente fala. Não foi para passar mais tempo alimentando sistema do que olhando nos olhos de quem precisa de você. Em algum momento, a burocracia sequestrou a vocação. Quatro horas por dia preenchendo formulário, alternando entre cinco aplicativos, levando prontuário pra casa. Isso não é exercer medicina.

E se existisse outro caminho?

Apresentamos o Greenbook.

Uma empresa de inteligência artificial médica que constrói produtos para você voltar a se dedicar ao que ama, para voltar a ser médico.

Chat com IA Clínica

Pergunte sobre interação medicamentosa, dose pediátrica, diagnóstico diferencial. A resposta vem fundamentada em literatura, contextualizada para o paciente que está na sua frente e calibrada pela IA que é #1 mundial em consulta clínica.

Paciente 67 anos, DM2, metformina 850mg 2x/dia. Creatinina subiu para 1.8. Posso manter?

Com TFG estimada ~38 mL/min (CKD-EPI), a metformina deve ser suspensa. O limiar de segurança é TFG < 30, mas entre 30–45 já se recomenda redução ou troca.

Alternativas para esse perfil:

• Empagliflozina: benefício renal comprovado nessa faixa de TFG

• Linagliptina: não precisa ajuste renal

KDIGO 2024ADA Standards of Care 2025CREDENCE Trial
Prescrever empagliflozinaPedir exames de função renalEncaminhar para nefrologista
PubMedMaria SantosPergunte algo ao assistente...

Prontuário com Timeline

Consultas, exames, prescrições e anexos organizados cronologicamente e pesquisáveis. A IA tem acesso ao histórico completo para contextualizar cada resposta que dá sobre o paciente.

Maria Santos, 67 anos

Prontuário #2847

Timeline

Consulta presencial

09:30

Queixa: dor lombar crônica. Exame físico sem déficits.

12 Mai 2026

Prescrição gerada

09:45

Cetoprofeno 100mg · Ciclobenzaprina 5mg · Fisioterapia

Resultado de exame

14:00

Ressonância lombar: protrusão discal L4-L5

Anexo adicionado

10:15

Laudo de fisioterapia (PDF)

Transcrição em Tempo Real

Fale naturalmente durante a consulta e o Greenbook transforma a conversa em prontuário estruturado com terminologia médica correta, sem que você precise digitar uma palavra sequer.

Transcrição ativa00:31
Médico

Bom dia, Maria. Como está se sentindo desde a última consulta?

00:12
Paciente

Melhorei bastante da dor, doutor. Mas ainda sinto um incômodo quando fico muito tempo sentada.

00:18
Médico

E a medicação, está tomando certinho? Cetoprofeno e ciclobenzaprina?

00:25
Paciente

Sim, direitinho. Só o relaxante muscular que me dá um pouco de sono.

00:31

Prontuário estruturado

Queixa principalDor lombar residual ao sentar
Medicação atualCetoprofeno 100mg, Ciclobenzaprina 5mg
Efeito adversoSonolência (ciclobenzaprina)

Teleconsulta Integrada

Vídeo profissional com o prontuário do paciente ao lado, IA disponível durante a chamada, transcrição automática e tudo registrado no histórico. Não é uma videochamada com o prontuário em outra aba, é uma consulta completa em uma tela só.

MS
Maria SantosHD
ProntuárioChat IA

Paciente

Maria Santos, 67a

Última consulta

28/04: Dor lombar

Medicação

Cetoprofeno 100mg

Ciclobenzaprina 5mg

Alergias

Dipirona

IA

Considerar troca de ciclobenzaprina por baclofeno se sonolência persistir.

12:34
IA integrada em cada tela
Dados 100% no Brasil
60+ especialidades
Interação medicamentosa
Paciente de 72 anos, hipertenso, em uso de varfarina 5mg/dia por FA crônica. Prescreveram ciprofloxacino 500mg 12/12h para ITU. Tem risco de interação?

Sim, existe um risco elevado e clinicamente significativo de interação medicamentosa entre a varfarina e o ciprofloxacino. Esta combinação é um dos cenários mais comuns de descompensação do INR na prática clínica.

⚠️ Análise da Interação: Varfarina × Ciprofloxacino

O ciprofloxacino (e outras fluoroquinolonas) potencializa o efeito anticoagulante da varfarina por três mecanismos principais:

  1. Inibição Metabólica: O ciprofloxacino é um inibidor moderado da isoenzima CYP1A2 do citocromo P450, uma das vias responsáveis pelo metabolismo da varfarina.
  2. Alteração da Flora Intestinal: Antibióticos de amplo espectro eliminam bactérias intestinais produtoras de vitamina K, reduzindo a disponibilidade desta vitamina (que compete com a varfarina), o que aumenta a anticoagulação.
  3. Deslocamento Proteico: Pode haver deslocamento da varfarina de seus sítios de ligação às proteínas plasmáticas, aumentando a fração livre ativa da droga.

Impacto Clínico no INR

O aumento do INR costuma ocorrer de forma rápida, geralmente entre o 2º e o 5º dia após o início do antibiótico. Em pacientes idosos (como o seu de 72 anos), o risco de INR supraterapêutico (> 4.5 ou 5.0) e complicações hemorrágicas graves é significativamente maior.

📋 Conduta Recomendada: O que fazer com o INR?

Não é necessário suspender a varfarina profilaticamente, mas o manejo deve ser rigoroso:

  1. Monitoramento Intensivo: Solicite um novo INR entre 48h e 72h (3 dias) após o início do ciprofloxacino. Não espere o fim do tratamento antibiótico para testar.
  2. Ajuste de Dose: Se o INR subir acima da faixa terapêutica (ex: > 3.5), reduza a dose diária da varfarina em 10% a 20% durante o curso do antibiótico. Se o INR estiver estável no 3º dia, mantenha a dose e repita o exame 2 dias após o término do antibiótico.
  3. Sinais de Alerta: Oriente o paciente e a família a monitorar hematúria, gengivorragia, epistaxe ou sufusões hemorrágicas espontâneas.
  4. Consideração de Alternativas: Se a infecção urinária for uma cistite não complicada, considere trocar por Nitrofurantoína ou Fosfomicina, que apresentam menor interferência no INR.

Cuidados Adicionais no Idoso (72 anos)

As fluoroquinolonas em idosos possuem advertências específicas para:

  • Prolongamento do Intervalo QT: Risco de arritmias ventriculares (Torsades de Pointes), especialmente se houver distúrbios eletrolíticos ou uso de anti-hipertensivos que também afetem o QT.
  • Tendinopatias: Risco aumentado de ruptura de tendão de Aquiles.
  • Aneurisma de Aorta: Estudos epidemiológicos relatam aumento do risco de dissecção/aneurisma de aorta em idosos hipertensos em uso de quinolonas.
Warfarin-fluoroquinolone interactions (2008)Bula ciprofloxacino — ANVISAEurofarma — ciprofloxacino (Profissional)
Qual a dose de ajuste se o INR vier 5.0?Nitrofurantoína interage com a varfarina?Quais os sinais de intoxicação por varfarina?Como ajustar a dose na insuficiência renal?
PubMedPergunte algo ao assistente...
Prescrição com ajuste renal
PAC em paciente de 58 anos, diabético, ClCr 35 mL/min. Alergia a penicilina. Prescrição completa com posologia ajustada.

Para o tratamento de Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) em um paciente de 58 anos, diabético, com clearance de creatinina (ClCr) de 35 mL/min e alergia à penicilina, a conduta de escolha recai sobre as fluoroquinolonas respiratórias como monoterapia, devido à cobertura de patógenos típicos (S. pneumoniae) e atípicos, além de serem uma alternativa segura à classe dos beta-lactâmicos [1], [2].

Abaixo, apresento a análise técnica e as opções de prescrição ajustada.

1. Escolha Terapêutica e Opções de Prescrição

Considerando a função renal comprometida (ClCr 35 mL/min), existem duas opções principais:

Opção A: Moxifloxacino (Preferencial pela Praticidade Renal)

O moxifloxacino é frequentemente preferido em pacientes com insuficiência renal moderada a grave, pois não exige ajuste de dose, independentemente do clearance de creatinina [2]. Ele possui excreção predominantemente biliar/fecal.

  • Dose: 400 mg, via oral, 1 vez ao dia.
  • Duração: 7 a 10 dias (pode ser reduzida para 5-7 dias em casos de resposta clínica rápida e estabilidade).
Opção B: Levofloxacino (Necessita de Ajuste Renal)

O levofloxacino é amplamente utilizado, mas como sua excreção é predominantemente renal, a dose deve ser rigorosamente ajustada para evitar toxicidade (especialmente do SNC e risco de tendinopatia) [2], [10].

  • Dose Ajustada (ClCr 20-49 mL/min):
  • Dose de ataque: 500 mg no 1º dia.
  • Dose de manutenção: 250 mg, via oral, a cada 24 horas.
  • Duração: 7 a 10 dias.

2. Considerações Clínicas e Riscos

Diabetes e Disglicemia

As fluoroquinolonas, especialmente o levofloxacino, estão associadas a distúrbios na homeostase da glicose. Em pacientes diabéticos (em uso de insulina ou hipoglicemiantes orais como metformina), há um risco aumentado de hipoglicemia grave ou hiperglicemia [10].

  • Recomendação: Monitorar a glicemia capilar com maior frequência (ex: 3 a 4 vezes ao dia) durante o tratamento.
Mecanismo de Ação e Farmacocinética
  • Mecanismo: Inibição das enzimas topoisomerase IV e DNA-girase bacterianas, impedindo a replicação e transcrição do DNA.
  • Espectro: Excelente atividade contra Streptococcus pneumoniae (incluindo cepas resistentes a penicilina), Haemophilus influenzae e germes atípicos (Mycoplasma pneumoniae, Chlamydophila pneumoniae e Legionella spp.).
Efeitos Adversos e Monitoramento
  • Muito Comuns (>10%): Náuseas e diarreia.
  • Advertências: Risco de prolongamento do intervalo QT (cautela se houver uso de outros fármacos pro-arrítmicos), tendinite/ruptura de tendão (especialmente em idosos ou uso de corticoides) e efeitos no SNC (confusão mental).

3. Prescrição Sugerida (Texto)

Como o paciente não está selecionado no sistema, apresento o texto para sua conferência. Se desejar que eu gere o documento oficial, por favor, informe o nome do paciente.

Prescrição Médica:

  1. Cloridrato de Moxifloxacino 400 mg ----------------- 1 caixa
    • Tomar 1 comprimido via oral, uma vez ao dia (preferencialmente no mesmo horário), por 7 a 10 dias.
    • Observação: Não ingerir junto com antiácidos, sais de ferro ou cálcio (manter intervalo de 2h).

Orientações ao Paciente:

  • Monitorar glicemia capilar rigorosamente;
  • Suspender o uso e procurar atendimento se apresentar dor súbita em tendões ou confusão mental;
  • Manter hidratação adequada.

Fontes: Base de conhecimento Greenbook (Diretrizes Brasileiras de PAC e Bulas Profissionais Anvisa) [1], [2], [10] e evidências do PubMed sobre ajuste renal e segurança em diabéticos.

ATS/IDSA PAC Guidelines (2019)IDSA PAC Update (2026)Bula levofloxacino — ANVISA
Qual o nome do paciente para gerar a prescrição?Quais as interações com a metformina?Pode usar Claritromicina neste caso?Como calcular o CURB-65 para este paciente?
PubMedPergunte algo ao assistente...
Diagnóstico diferencial
Mulher 34a, fadiga crônica, artralgias migratórias, rash malar, proteinúria 1.2g/24h. FAN 1:640 homogêneo. Diagnóstico e próximos passos?

O quadro clínico descrito é altamente sugestivo de Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) com provável Nefrite Lúpica (NL). A combinação de sintomas multissistêmicos (cutâneos, articulares e renais) em uma mulher jovem, associada a um título elevado de FAN (1:640) com padrão homogêneo, preenche com folga os critérios classificatórios atuais.

1. Diagnóstico Mais Provável

O diagnóstico principal é Lúpus Eritematoso Sistêmico. A presença de proteinúria significativa (1,2g/24h) indica forte suspeita de Nefrite Lúpica, uma das manifestações graves mais comuns da doença, ocorrendo em cerca de 40% dos pacientes [9].

2. Critérios Diagnósticos Atualizados (EULAR/ACR 2019)

Para a classificação de LES segundo os critérios de 2019, é necessário um critério de entrada (FAN ≥ 1:80) seguido de uma pontuação ≥ 10 pontos entre os domínios clínicos e laboratoriais [1].

Pontuação para esta paciente:

  • Entrada: FAN 1:640 (positivo) → Obrigatório para prosseguir.
  • Domínio Cutâneo: Rash malar / fotossensibilidade → 6 pontos.
  • Domínio Articular: Artralgias migratórias (considerando sinovite em ≥ 2 articulações ou rigidez matinal > 30 min) → 6 pontos.
  • Domínio Renal: Proteinúria > 0,5 g/24h → 4 pontos.
  • Total Estimado: 16 pontos (Diagnóstico confirmado, pois ≥ 10).

3. Próximos Passos e Investigação Complementar

Avaliação Laboratorial Adicional

  • Autoanticorpos Específicos: Solicitar anti-dsDNA (marcador de atividade e nefrite) e anti-Sm (altamente específico) [1].
  • Sistema Complemento: Dosagem de C3 e C4 (o consumo indica atividade da doença e risco renal) [1].
  • Perfil Antifosfolipídico: Anticoagulante lúpico, anticardiolipina e anti-β2-glicoproteína I (importante para risco trombótico e obstétrico) [1].
  • Função Renal e Sedimento Urinário: Creatinina sérica e pesquisa de hematúria dismórfica ou cilindros celulares.

Conduta Padrão-Ouro Renal

  • Biópsia Renal: É mandatória para qualquer paciente com suspeita de nefrite lúpica ativa, definida por proteinúria ≥ 0,5g/24h ou sedimento urinário ativo [7, 10]. A biópsia definirá a classe da nefrite (ISN/RPS III, IV ou V), o que ditará a agressividade da imunossupressão [3].

4. Estratégia Terapêutica Inicial (Baseada em Evidências)

Tratamento de Base (Para todos os pacientes)

  • Hidroxicloroquina (HCQ): Fundamental para reduzir surtos (flares), mortalidade e progressão de dano renal [7].
  • Dose: Máximo de 5 mg/kg/dia de peso real para evitar toxicidade retiniana [7].
  • Monitoramento: Avaliação oftalmológica anual após 5 anos de uso (ou antes, se houver fatores de risco).

Manejo da Nefrite Lúpica (Indução)

Conforme o PCDT Brasileiro (2022) e diretrizes EULAR 2025 [7, 10]:

  • Glicocorticoides: Início com pulsoterapia de Metilprednisolona (250-500 mg IV por 3 dias), seguido de Prednisona oral (0,3-0,5 mg/kg/dia) com desmame progressivo [7, 10].
  • Imunossupressor de Escolha:
  • Micofenolato de Mofetila (MMF): 2g a 3g/dia (frequentemente preferido em casos com proteinúria nefrótica ou etnia afrodescendente) [7, 10].
  • Ciclofosfamida (Protocolo Eurolupus): doses de 500 mg IV a cada 15 dias por 3 meses [7].

Interações Medicamentosas Relevantes

Pérolas Clínicas e Metas

  • A meta de resposta renal completa é a redução da proteinúria para < 0,5 - 0,7 g/24h em até 12 meses, com estabilização da função renal [7, 10].
  • O uso de inibidores da ECA ou BRA deve ser iniciado para controle pressórico e redução da proteinúria, visando PA < 130/80 mmHg [10].
ACR Guideline SLE (2025)EULAR Lupus Nephritis (2026)KDIGO Lupus Nephritis (2024)
Como solicitar a biópsia renal pelo SUS?Qual a dose de manutenção do MMF?Riscos da hidroxicloroquina na gestação?Quando considerar o uso de Belimumabe?
PubMedPergunte algo ao assistente...
Dose pediátrica por peso
Criança de 4 anos, 18kg, otite média aguda bilateral. Alergia a amoxicilina (rash cutâneo). Qual alternativa?

Para uma criança de 4 anos com 18 kg apresentando Otite Média Aguda (OMA) bilateral e histórico de alergia não grave (rash cutâneo tardio) à amoxicilina, a conduta clínica recomendada baseia-se na baixa reatividade cruzada entre penicilinas e cefalosporinas de segunda e terceira gerações em reações não mediadas por IgE [1][3].

As diretrizes da Academia Americana de Pediatria (AAP) e protocolos nacionais (como o Blackbook) sugerem que, na ausência de anafilaxia ou urticária imediata, as cefalosporinas são preferíveis aos macrolídeos devido à melhor cobertura contra Streptococcus pneumoniae resistente e Haemophilus influenzae [1][5].

1. Opção Preferencial: Cefuroxima Axetil (2ª Geração)

A cefuroxima é uma excelente alternativa por manter estabilidade frente a beta-lactamases e ter boa penetração no orelha média.

  • Dose: 30 mg/kg/dia, divididos em 2 doses (12/12h) [1].
  • Cálculo para 18 kg: 18 kg × 30 mg = 540 mg/dia.
  • Posologia: 270 mg (via oral) de 12 em 12 horas.
  • Apresentação comum (250mg/5mL): Administrar 5,4 mL em cada dose.
  • Duração: 7 a 10 dias [1][8]. Em casos bilaterais em crianças de 2 a 5 anos, a tendência é completar 10 dias para reduzir o risco de recorrência, embora 7 dias possam ser considerados em quadros leves.

2. Opções Alternativas (Se houver opção por evitar todos os Beta-lactâmicos)

Caso o médico prefira evitar cefalosporinas ou se o paciente apresentar falha terapêutica, os macrolídeos são as opções, embora apresentem maiores taxas de resistência bacteriana para OMA [4][5].

Azitromicina
  • Dose: 10 mg/kg no 1º dia, seguido de 5 mg/kg do 2º ao 5º dia.
  • Cálculo para 18 kg:
  • Dia 1: 180 mg (via oral), 1x ao dia.
  • Dias 2 a 5: 90 mg (via oral), 1x ao dia.
Claritromicina
  • Dose: 15 mg/kg/dia, divididos em 2 doses (12/12h).
  • Cálculo para 18 kg: 18 kg × 15 mg = 270 mg/dia.
  • Posologia: 135 mg (via oral) de 12 em 12 horas, por 10 dias.

Resumo Terapêutico (Paciente 18kg)

| Medicamento | Dose por Peso | Posologia Calculada | Duração |

| Cefuroxima Axetil | 30 mg/kg/dia (BID) | 270 mg (5,4 mL) 12/12h | 10 dias |

| Azitromicina | 10 mg/kg (D1) / 5 mg/kg (D2-5) | 180 mg (D1) / 90 mg (D2-5) | 5 dias |

| Claritromicina | 15 mg/kg/dia (BID) | 135 mg 12/12h | 10 dias |

Pérolas Clínicas e Monitoramento

  1. Reatividade Cruzada: O risco de reação cruzada entre amoxicilina e cefuroxima em pacientes com rash maculopapular é inferior a 2% [1]. A cefuroxima axetil (2ª gen) e o cefdinir/ceftriaxona (3ª gen) são seguros nestes casos.
  2. Manejo da Dor: A analgesia é fundamental, especialmente em quadros bilaterais. O uso de Ibuprofeno (10 mg/kg/dose) ou Dipirona (15-20 mg/kg/dose) deve ser prescrito para controle sintomático nas primeiras 48-72 horas [4][9].
  3. Acompanhamento: Se não houver melhora clínica em 48 a 72 horas, deve-se considerar falha terapêutica (comum com macrolídeos por resistência do pneumococo) e reavaliar a troca para Ceftriaxona IM (50 mg/kg/dia por 3 dias) [1][8].
AAP OMA Guidelines (2013)Antibiotics for AOM — Cochrane (2023)AOM Consensus — Italy (2025)
Qual a dose de Ceftriaxona IM para este caso?Pode usar Claritromicina se houver vômitos?Quais os critérios para observação sem antibiótico?Como diferenciar alergia IgE de rash tardio?
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